Aprenda o que é Call-to-Action e como utilizá-lo no seu e-commerce

Se você já fez algum curso ou se aprofundou um pouco em conteúdo sobre Marketing Digital já deve ter ouvido falar em CTA, Call to Action ou chamada para ação.

O CTA é um convite para o usuário realizar determinada ação. Ele é muito utilizado para captação de leads e para dar continuidade na jornada de compra do visitante.

Como tudo o que você faz no Marketing Digital, o CTA deve ter um objetivo principal para que sua estratégia seja bem executava e você consiga ter retorno com ele. Logo, se você tem um e-commerce, o seu objetivo é vender seu produto ou serviço, certo?

Dependendo da fase da jornada de compra que o seu visitante estiver, você pode incluir um CTA para ele ter acesso a algum conteúdo exclusivo, cadastrar o e-mail ou receber um desconto especial. A forma com que você vai levar para ele essas possibilidades é através de chamada para ação. 

Um exemplo fácil de pensar em CTA é o botão “Comprar” ou “Adicionar ao carrinho”. Ele indica ao usuário qual o próximo passo.

Tudo aquilo que você for fazer para convidar ou sugerir uma ação deve ter a presença desse conceito. É como se você fosse organizar um passeio dentro do seu próprio site: primeiro o visitante precisa conhecer os seus produtos, depois ver as características, assistir um vídeo com mais informações e por fim, fazer a compra.

CTA: Por onde começar

Como em todas as outras estratégias que você for aplicar no Marketing Digital da sua empresa, é preciso que você tenha uma persona bem definida. Ela faz toda a diferença na hora de definir os detalhes. 

Se você quiser aplicar um CTA para um levar visitantes ao seu blog, você precisar se atentar em quais são os problemas da sua persona para preparar um conteúdo especial sobre ele e assim aplicar a chamada. 

Entender a importância da persona é essencial para que você tenha retorno em todas as ações do Marketing Digital.

Paralelo a isso, você precisa entender sobre a jornada de compra dos seus clientes e como elas estão divididas entre os conteúdos que você já tem disponibilizado na internet. Qual a fase que você mais tem clientes, se eles estão chegando ao fundo do funil ou se estão realizando pelo menos uma compra.

Talvez você esteja fazendo muitos conteúdos para o topo do funil e esquecendo a importância de trabalhar o fundo do funil, por exemplo. Estudar o comportamento dos seus visitantes pode te dar uma ideia para saber por onde começar.

As fases da jornada de compra servem para você direcionar melhor os CTAs com os objetivos bem definidos.

Formatos de CTA

Com certeza você vai ler os três formatos básicos de CTA e se lembrar de todas as vezes que se deparou com eles pela internet e nem sabia da sua função.

O formato mais comum é o botão. Exemplos básicos deles são: “inscreva-se”, “acesse agora”, “teste agora”, “conheça nosso site” e tantos outros. 

Os links também são muito utilizados, especialmente em blogs. Sabe quando você está lendo um texto e a palavra “bolsa” já tem um link que te direciona para o produto com um em apenas um clique? Isso é um Call to Action. 

Mas lembre-se que esses tipos de formatos não são utilizados somente em e-commerces ou venda de produtos. Sites de notícias utilizam essa ferramenta para redirecionar o leitor para outra notícia que está relacionada ao assunto.

Os banners que aparecem em vários sites por aí? São CTAs. Eles são utilizados para chamar qualquer tipo de ação, mas que precise necessariamente ter mais atenção ou até para mais textos explicativos.

A parte visual do CTA é importante, como tudo na internet. Use cores que chamem a atenção para direcionar o olhar de quem está acessando e estude o espaço onde ele vai ficar para que não seja ‘ofuscado’ por outra informação. Lembre-se: um CTA no final da página não vai te ajudar em nada. Preze sempre pelo topo da página e lugares de destaque.

Ele pode ser aplicado em diversos lugares como sites, blog, e-mail marketing, anúncios e redes sociais.

Antes de colocar nossas dicas em prática, indicamos que você pesquise referências em outros sites para ver aquilo que pode ou não funcionar para o seu e-commerce.

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